Resenhas

Resenha de Março

20 de março de 2014

E o livro do mês é …

A seleção  #1 – Kiera Cass

Vamos conferir o BOOK TRAILER :

SINOPSE:

Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.

Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.

Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

RESENHA:

Antes de contar um pouco do livro vou fornecer informações muito interessantes 😉

Um livro com 511 resenhas no skoob, além de  15653 leram, 9756 vão ler, 442 lendo, 42 relendo, 68 abandonos, e 10539 avaliações.

GENTE, 1 príncipe mais do que lindo e romântico se apaixona a primeira vista por uma ruiva maluca, chorosa e com xingamentos na ponta da língua!

A Seleção” fala sobre America Singer, uma jovem que mora em Illéa, uma versão distópica dos Estados Unidos, seria como um futuro onde o mundo passaria por duas guerras, e os Estados Unidos, após serem dominados pela China, reconquistariam a “liberdade” com um golpe de estado instaurando uma monarquia e um sistema de pirâmide social denominado por 8 castas. Acompanhou? (Fiz pesquisa(wiki) sobre as castas, da uma olhada e me diga em qual você se encontra 🙂 )
  • Casta 1: A nobreza.
  • Casta 2: Celebridades, modelos, atletas profissionais, políticos, atores e oficiais.
  • Casta 3: A elite, educadores, filósofos, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários, dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas, produtores musicais, advogados.
  • Casta 4: Fazendeiros, joalheiros, corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras, proprietários e donos de restaurantes, lojas e hotéis.
  • Casta 5: Artistas, músicos e dançarinos.
  • Casta 6: Secretários, serventes, governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros, motoristas.
  • Casta 7: Jardineiros, pedreiros, lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os trabalhadores braçais.
  • Casta 8: Pessoas com deficiência (especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos.
America é da casta de número Cinco, a casta dos artistas e músicos clássicos, apenas a terceira casta acima da casta de número oito onde se encontravam as pessoas mais pobres, e um tanto quanto renegadas, do país.  Esta é uma das razões para que sua mãe insistisse tanto em inscrevê-la na “Seleção”, uma espécie de concurso onde o príncipe as vésperas de assumir o controle do poder pudesse arranjar uma esposa entre as plebeias. Porém, America, tinha razões mais fortes para não querer aceitar ser inscrita, a principal delas era o seu relacionamento secreto com Aspen (HATE ASPEN, SÓ PRA CONSTAR), um número Seis.
O quê a nossa lady America não esperava era que seu namorado insistisse para que ela participasse da Seleção(MELHOR DECISÃO DA VIDA DELE), e terminasse seu relacionamento com ela logo em seguida. Ela nem ao menos esperava que seu nome fosse selecionado para o “concurso” entre milhares de candidatas, e surpreendentemente foi.
Pressão da família, querer escapar do “ex” e uma oportunidade de ganhar um bom dinheiro enquanto participa do programa foram os fatores que fizeram a nossa, não muito ambiciosa garota, arrumar as malas e ir nessa jornada #partiupalacio #comida0800 #tudodebom .
É nesse ponto da estória que somos apresentadas ao Maxon, o príncipe, que mostra ser muito mais do quê o rapaz mimado e frio que nossa protagonista imaginava. Ele realmente tem esperanças de encontrar um verdadeiro amor no meio desse jogo todo, visto que é a única esperança que tem.(AI MEU DELS DO CÉU, TEM COMO FICAR MAIS ROMÂNTICO?)
Eu senti muito que a “sociedade” em si é só pano de fundo, temos ataques de rebeldes, temos um “pão e circo” com “A Seleção” rodando na TV como um “The Bachelor”, e menções sobre as diferenças sociais e o contexto de como o país surgiu..
Concluindo, eu AMEI, a estória faz você dar umas boas risadas com o temperamento, às vezes alucinado, da nossa Cinco. Por ser narrada em primeira pessoa eu senti que faz com que você tome maior partido da protagonista, ficando triste e feliz ao mesmo tempo em que ela, e isso pra mim em um livro é muito bom.

A elite  #2 – Kiera Cass

SINOPSE:

A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.

America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

RESENHA:

Um livro com 211 resenhas no skoob, além de  11715 leram, 6926 vão ler, 373 lendo, 19 relendo, 29 abandonos, e 7624 avaliações.

A “Elite” é o segundo volume da série A Seleção de Kiera Cass. A série é classificada como uma distopia, porém o enredo foca no romance. (Distopia ou antiutopia é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a antítese da utopia ou promove a vivência em uma “utopia negativa”1 . As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade. Nelas, “caem as cortinas”, e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações.Distopias são frequentemente criadas como avisos ou como sátiras, mostrando as atuais convenções sociais e limites extrapolados ao máximo. Nesse aspecto, diferem fundamentalmente do conceito de utopia, pois as utopias são sistemas sociais idealizados e não têm raízes na nossa sociedade atual, figurando em outra época ou tempo ou após uma grande descontinuidade histórica.)

O ramo distópico deixa a desejar. Nesse segundo volume alguns pontos interessantes são mais explorados, como: os ataques dos rebeldes, o nascimento de Illéa e como a estrutura social foi criada. Mesmo assim, achei fraco para uma distopia.
Os ataques ao castelo, por exemplo, são constantes e pouco convincentes. Como a segurança do rei pode ser tão fraca e despreparada? Faltou força nos argumentos. ORA BOLAS, É UM REINO!! UM CASTELO!! COMO PODEM SER TÃO TROUXAS ASSIM???

America parece desejar que a qualidade de vida do povo melhore, mas não demostra ter pretensões quanto a ser parte integrante de um movimento de libertação. Apesar dos personagens serem atingidos pelos levantes no decorrer da história, estes são apresentados como algo impessoal e distante da realidade que estão vivendo no momento. America me pareceu preocupada demais com o “mundinho” do palácio e da Seleção.

Por outro lado, temos um ponto de vista diferente da maioria das distopias. Aqui, acompanhamos os acontecimentos pelo lado de dentro, ou seja, através da visão dos habitantes do palácio e não do povo. E, sinceramente, apesar da estrutura social ser injusta, não acho o governo tão opressor. Na verdade, considero o rei de Illéa omisso.

Deixando de lado o seguimento distópico, vamos falar do romance… Gente, que burra!! América me irritou com sua indecisão e dúvidas constantes. Não sabe de quem gosta – Maxon ou Aspen – e quando eu pensava que havia se decidido… ela voltava a questionar seus sentimentos. Confesso que perdi a paciência com America.
Maxon é maravilhoso!  Provou ter uma paciência de Jó!!!!!!!!! Porque se fosse comigo, eu tinha mandado América para casa na primeira vacilada da garota… Sem nem pensar na amizade! AFF. Agora, não consigo simpatizar com Aspen. Para mim, ele é desnecessário.

Eu não sabia se abraçava ou dava na cara da América lendo… sinceramente ein?!

Aguardando THE ONE <3 O último da trilogia.

 

Gostou? Sugestões: Brendstuff@gmail.com

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1 Comment

  • Reply A ESCOLHA – KIERA CASS | BrendStuff 9 de maio de 2014 at 6:43 PM

    […] Já postei as sinopses, book trailers e etc sobre A SELEÇÃO / A ELITE http://brendstuff.wordpress.com/2014/03/20/resenha-de-marco/ […]

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