Resenhas

Crooked Kingdom (Six Of Crows #2) – Leigh Bardugo

15 de Maio de 2017

Six of Crows teve um final maluco que nos deixou mais que ansiosos para a leitura da continuação! SOCORRO e que continuação! Precisei ler o livro bem devagar para assimilar cada fragmento dessa história maravilhosa!! Leigh conseguiu ser ainda mais surpreendente em Crooked kingdom. Essa leitura foi tudo e mais um pouco! Acompanhe agora a resenha.

Sinopse

Kaz Brekker e sua gangue tramaram um assalto tão ousado, que nem mesmo eles acreditaram que iam sobreviver. Mas em vez de dividirem uma boa recompensa, eles estão de volta para lutar por suas vidas. Traídos e deixados com o sequestro de um membro valioso da equipe, eles estão com poucos recursos, aliados e esperança. Enquanto as forças poderosas de todo o mundo descem sobre Ketterdam para acabar com os segredos da droga perigosa conhecida como jurda parem, antigos rivais e novos inimigos surgem para desafiar Kaz e testar a lealdade frágil de sua equipe. A guerra será travada na cidade de ruas escuras e tortuosas, a batalha por vingança e redenção que irá decidir o destino da magia no mundo Grisha.

Resenha

No final de Six of Crows vemos Inej sendo sequestrada por Jan Van Eck e a nossa gang favorita enganada. Sem nenhuma recompensa pelo trabalho feito, Kaz precisou pensar ainda mais rápido em como resolver os problemas do seu time e recuperar Inej! No primeiro livro as cenas de ações foram aparecendo conforme a história ia seguindo. Já em Crooked kingdom, tudo acontecia ao mesmo tempo! Em todos os capítulos alguma bomba acontecia e o leitor se chocava sempre haha, afinal, como nçao pirar se sempre tinha um sequestro ou a aparição de um parente novo?
E como sempre em YA’s, é preciso falar dos ships que apaixonaram a todos!
 Kaz e Inej foi o casal que mais me fez de trouxa nessa duologia! Sempre eu ficava pensando: AGORA VAI e aí… Não ia né! O casal logo de cara é o mais complicado. Com Kaz traumatizado pela morte de seu irmão e com seu lance de não tocar nas pessoas e Inej sendo sexualmente abusada por anos é compreensível que o final “feliz” pra eles seja aquele mesmo. E pra falar a verdade foi mega fofo ele ter tocado na mão dela sem suas luvas, mas eu queria mesmo mais romance entre eles!
O casal trágico da vez ficou com Nina e Matthias. No primeiro livro demorou para eles se tornarem um casal que você torce pelo final feliz mas nessa continuação eles foram puro amorzinho! Roubando a cena de vez, eles não mereciam MESMO esse final terrível que eu nem vou contar para não dar spoiler (Você já até deve saber o que é).
“She rested her head on his shoulder. “You’re better than waffles, Matthias Helvar.”
A small smile curled the Fjerdan’s lips. “Let’s not say things we don’t mean, my love”

 

Agora teve um casal que foi só alegria nesse livro haha, com toda certeza você sabe de quem estou falando:  Jesper e Wylan.

Jasper nesse livro nos apresentou seu pai e deixou o leitor entender seus traumas de infância! Wylan, foi um destaque maravilhoso, ainda mais quando passou a perna no pai no final do livro! Foi uma cena incrível de ler! Novamente, Wylan não era um garoto que teve destaque no primeiro livro, porém os capítulos narrados sobre seu ponto de vista foram mais que satisfatórios.

 Fazia muito tempo que não me animava em ler uma continuação! Chorei horrores com os capítulos da parte final do livro! Deu pra perceber como a escrita da autora melhorou ainda mais, as vezes eu me sentia dentro do livro, junto com os personagens, outras vezes parecia que eu estava assistindo a cena no cinema! AAAAH como seria mágico um filme dessa história haha!
“Had she really thought the world didn’t’ change? She was a fool. The world was made of miracles, unexpected earthquakes, storms that came from nowhere and might reshape a continent. The boy beside her. The future before her. Anything was possible.”

Como não amar esse livro maravilhoso?

Confira abaixo um trecho do livro, em inglês:

Crooked KingdomRetvenko leaned against the bar and tucked his nose into his dirty shot glass. The whiskey had failed to warm him. Nothing could get you warm in this Saintsforsaken city. And there was no escaping the smell, the throat-choking stew of bilge, clams, and wet stone that seemed to have seeped into his pores as if he’d been steeping in the city’s essence like the world’s worst cup of tea.

It was most noticeable in the Barrel, even more so in a miserable dump like this one—a squat tavern tucked into the lower floor of one of the slum’s grimmest apartment buildings, its ceiling bowed by weather and shoddy construction, its beams blackened by soot from a fireplace that had long since ceased to function, the flue clogged by debris. The floor was covered in sawdust to soak up spilled lager, vomit, and whatever else the bar’s patrons lost control of. Retvenko wondered how long it had been since the boards had been swept clean. He buried his nose more deeply in the glass, inhaling the sweet perfume of bad whiskey. It made his eyes water.

“You’re supposed to drink it, not snort it,” said the barkeep with a laugh.

Retvenko put his glass down and gazed at the man blearily. He was thick necked and barrel chested, a real bruiser. Retvenko had seen him toss more than one rowdy patron into the street, but it was hard to take him seriously dressed in the absurd fashion favored by the young men of the Barrel—a pink shirt with sleeves that looked fit to split over huge biceps, a garish red-and-orange plaid waistcoat. He looked like a dandified softshell crab.

“Tell me,” said Retvenko. His Kerch wasn’t good to begin with, and it was worse after a few drinks. “Why does city smell so bad? Like old soup? Like sink full of dishes?”

The barman laughed. “That’s just Ketterdam. You get used to it.”

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