Inspirações

Princesa Diana

31 de agosto de 2017

A inspiração do mês fica por conta dela: Princesa Diana.

(Photo by Tim Graham/Getty Images)

Os que se lembram dela estavam achando estranho ela andar tão esquecida. Em sua antiga moradia, o Palácio de Kensington está acontecendo uma exposição superseletiva de quase 30 peças de seu famoso guarda-roupa. A mostra, aberta ao público, vai até fevereiro de 2018 e eu queria demaaaais ver de pertinho porém, vai entrar para a minha lista dos sonhos mesmo.  É que 2017 lamenta os 20 anos de sua trágica morte, em Paris, no dia 31 de agosto de 1997.


A menina Diana Frances Spencer, nascida em Norfolk de uma família da aristocracia e da nobreza britânicas, hoje, se viva, divorciada de Charles e, quem sabe, casada de novo, aos 55 anos, mais que tudo, talvez estivesse curtindo uma de avó. Sem perder nada do estilo que fez sua marca registrada.
Que turbilhão foi a vida da princesa de Gales, o ícone mais representativo do conto de fadas com final infeliz, que foram as décadas de 1980 e 1990, quando seu brilho extrapolou. Desde a imagem da professorinha ingênua e tímida que, aos 19 anos, conquistou o herdeiro do trono. O namoro, o noivado, o casamento do século – e aquele vestido de noiva new romantic farfalhado de tafetás, a lua de mel em tudo que era céu, o assédio da legião de paparazzi, o vazamento do caso de Charles com Camilla Parker Bowles, enquanto Diana, mãe extremada, levava diariamente os dois filhos ao jardim da infância em Notting Hill. Seu corte de cabelo, no estilo mantido desde sua aparição na mídia até a morte era, então, feito num salão modesto, mas eficiente, ali perto da escola dos filhos.

 

Caridosa e atuante, Diana participou ativamente de várias campanhas. No Brasil foi fotografada com crianças do morro e segurando a mão de um aidético terminal num quarto de hospital carioca. Boa mãe que era, adorava os filhos, os pequenos príncipes William e Harry. E hoje, avó, certamente amaria o casal de netinhos e a nora, Kate. Pois Diana era assim. Quanto aos filhos, hoje crescidos e bem encaminhados, de acordo com o zeitgeist William será rei assim que a mais longeva das rainhas do Reino Unido decidir passar o trono. Dos filhos de Diana, o caçula, Harry, solteiro, amadurecido e ajuizado, tem confessado sentir, agora mais que nunca, a falta da mãe. Como se, até então, aprendendo com a vida e o mundo, não tivesse tido tempo pra isso. Harry lembra o órfão tardio daquela música “Mother”, de John Lennon, no LP de sua experiência com o “grito primal”, em 1970. Essa música de Lennon se adapta perfeitamente ao estado atual de Harry e o profundo sentimento da falta da mãe.

 

Diana quebrava protocolos com frequência, e isso era um ponto de atrito com a Casa Real. A Princesa do Povo defendia uma monarquia que tivesse mais contato com o povo e entendimento verdadeiro sobre seus problemas. Essa foi uma missão que Diana estabeleceu para si mesma, durante sua vida.

 

 

 

1. “Faça ações aleatórias de caridade, sem expectativa de recompensa, com a confiança de que um dia alguém possa fazer o mesmo por você.”

2. “Onde quer que veja sofrimento é onde quero estar, fazendo o que posso.”

3. “Se encontrar alguém que você ame em sua vida, agarre esse amor e cuide dele.”

4. “Sabia qual era minha função: sair e conhecer as pessoas, e amá-las.”

5. “A família é a coisa mais importante do mundo.”

6. “Acho que a maior doença de que o mundo sofre hoje em dia é a doença de as pessoas não se sentirem amadas.”

7. “Todos nós precisamos demonstrar o quanto nos importamos uns com os outros e, no processo, cuidar de nós mesmos.”

8. “Quero que meus meninos entendam as emoções das pessoas, suas inseguranças, angústias, esperanças e sonhos.”

9. “Não quero presentes caros; não quero ser comprada. Tenho tudo o que quero.”

10. “As pessoas acham que no fim das contas um homem é a única resposta. Na realidade, uma ocupação recompensadora é melhor para mim.”

11. “Quem estiver angustiado pode me chamar. Vou correndo, onde quer que elas estejam.”

12. “Nada me deixa mais feliz que tentar ajudar as pessoas mais vulneráveis na sociedade. É um objetivo e parte essencial da minha vida – uma espécie de destino.”

Compart. 0

You Might Also Like

No Comments

Comentários